O que é pressão estética e de que forma ela afeta as mulheres?

Nós vivemos em um contexto onde a pressão estética afeta diariamente a vida de todas as mulheres e homens e diferentes formas. Essa pressão surge da ideia de que existe um estereótipo de ser humano mais bonito para ser alcançado. De acordo com Vanessa Tomasini, psicóloga clínica e criadora do projeto “Você tem fome de quê?”, é um padrão calcado na imagem de uma pessoa magra, alta, branca, loira e, de preferência, com o corpo malhado.

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O perigo invisível de existir apenas um único padrão de “musa” do Carnaval

Por mais que você deteste a música, este é o verão da Jenifer. Não dá para negar, ela virou a musa deste Carnaval, e Mariana Xavier foi a responsável por dar vida à personagem. Ainda bem, porque já estava mais do que na hora de termos uma mulher com um corpo fora do padrão tendo esse lugar de destaque, né?

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Quer mudar sua relação com seu corpo?

Ótimo, saiba que é possível, libertador e transformador, mas não tem uma receita mágica ou uma única fórmula correta. É um processo profundo e individual, por isso precisamos conversar sobre ele.

Muito é falado hoje em dia sobre aceitação corporal. Os movimentos de #bodypositive e #bodykindness tem aumentado cada vez mais ao redor do mundo. É bonito ver cada vez mais mulheres entendendo a força e a potência que nossas ações podem causar no mundo. É lindo ver mulheres se tornando cada vez mais donas de seus desejos e arcando com a consequência de ser protagonista na sua própria historia e escolhas. Eu como profissional de saúde, formada a quase 2 décadas, presencio este movimento ao longo destes anos e a olhos nus no meu consultório particular, nas redes sociais e em reuniões com outros profissionais da área de saúde.

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“Você tem fome de quê?”: projeto propõe reavaliar a relação das pessoas com a comida e seus corpos

Como é a sua relação com a comida? E com o seu corpo? É uma relação saudável e confortável ou conturbada? Você já parou para pensar sobre isso? É sobre essas questões que o projeto “Você tem fome de quê?” se propõe a refletir. Criado pela psicóloga clínica Vanessa Tomasini há três anos, ele tem o objetivo de reavaliar a relação das pessoas com a comida e seus corpos.

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Dieta restritiva ou transtorno alimentar? Psicóloga explica a diferença

Dieta da sopa, dieta da proteína, dieta da Jennifer Lopez, dieta low carb, dieta sem glúten, Fast Mimicking: cada vez um regime da moda. Mas como diferenciar uma pessoa com alimentação baseada na restrição de alguém com transtorno alimentar? De acordo com Vanessa Tomasini, psicóloga especializada em distúrbios alimentares, a naturalização das dietas cria uma barreira para essa identificação: “Muitas vezes, uma boa parte dos pacientes tem distúrbios alimentares e acaba sendo difícil diagnosticar justamente porque está tão inserido na nossa sociedade o fazer dieta, o ser magro. Quando a pessoa diz que está em dieta ninguém olha preocupado. É natural, é normal, é um comportamento típico. A gente acha normal ouvir frases do tipo ‘eu vivo em dieta’ quando, na verdade, é um ponto de interrogação para de repente poder se perguntar ‘peraí, por quê?’, ‘para que essa restrição alimentar?’, ‘o que ela está evidenciando?’.”

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Empoderamento e aceitação: entenda a importância de mulheres gordas na mídia

Preta Gil encoraja suas seguidoras a se libertarem ao postar fotos de biquíni no Instagram. Fluvia Lacerda é modelo plus size de sucesso, apaixonada por carboidratos e lançou a biografia-manifesto “Gorda Não é Palavrão”. A atriz Mariana Xavier não tem neuroses para exibir sua real beleza, sem retoques. A presença de mulheres gordas e empoderadas na mídia tem papel fundamental para a representatividade e melhor aceitação do corpo pelas mulheres. “Sem sombra de dúvidas, hoje a gente tem muitos perfis de Instagram, muita gente trabalhando com relação a essa questão da forma, do tamanho e do peso, mesmo as modelos plus size”, diz a psicóloga clínica Vanessa Tomasini. “Essas pessoas estão muito mais na mídia, falando sobre o quanto não existe esse corpo perfeito, que todos os corpos têm a sua beleza, de que o corpo não é só um resultado da sua alimentação e sua atividade física”, continua ela, que é idealizadora do projeto #VcTemFomedeQue?.

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Psicóloga dá dicas para o empoderamento: ‘detox ao seu redor’

Na academia, corpos magros e sarados. Na internet, contas fitness de Instagram. Nas revistas, as novas dietas da moda. Como se proteger dos distúrbios alimentares – que levam a alimentação a extremos – com tantos estímulos para a perda de peso e pressão para conquistar uma forma física tida como ideal? “Eu brinco que você precisa fazer um detox ao seu redor. Hoje em dia a gente usa muito as redes sociais, como o Facebook, o Instagram, e, às vezes, você segue 1000 perfis de musas fitness, dessas pessoas com esses corpos dentro desses padrões estéticos estabelecidos. E, cada vez que você abre ali o seu feed, você é bombardeado disso o tempo inteiro, então chega uma hora em que você começa a olhar para o seu feed e vê ‘caramba, todo mundo tem esse corpo menos eu'”, diz a psicóloga clínica Vanessa Tomasini ao Purepeople.

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Distúrbio alimentar: psicóloga explica transtorno que leva a comida aos extremos

Abrir mão da comida. Comer demais. Sentir culpa após uma refeição. O desequilíbrio na alimentação, sofrido por Daiana Garbin, mulher de Tiago Leifert, e por Mariana Goldfarb no início do antigo namoro com Cauã Reymond tem nome. “O distúrbio alimentar, também chamado de transtorno alimentar, é caracterizado por extremos. Ele está presente quando uma pessoa experimenta distúrbios graves em relação ao seu comportamento alimentar – isso pode ser pela redução extrema da ingestão de alimentos ou pela ingestão extrema de alimentos. A pessoa também experimenta sentimentos extremos de angústia, preocupação com o corpo, o peso, o tamanho e a forma”, explica a psicóloga clínica Vanessa Tomasini ao Purepeople.

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Setembro Amarelo

Setembro Amarelo é o mês que marca a prevenção do suicídio.  Todo ano 11mil pessoas morrem através do suicídio no Brasil. E apesar das tentativas de suicídio serem maiores entre as mulheres (69%), a estimativa é de que 79% dos casos fatais envolvam homens.

Nos últimos 25 anos houve um aumento de 30% na taxa de suicídios cometidos por jovens. 

Mas outra estatística importante é ligada aos transtornos alimentares. Em comparação com a população em geral, as taxas de suicídio são muito maiores entre os jovens com transtornos alimentares. 
A mais preocupante é a Anorexia Nervosa em que:

  • 1 a cada 5 óbitos são em decorrência de suicídio.
  • Indivíduos com anorexia são cerca de 23 vezes mais propensos a fazer uma tentativa de suicídio 
  • 31 vezes maior a chance dela ser fatal

O tratamento para prevenção do suicídio inclui necessariamente a análise/terapia, podendo ou não incluir medicação. É extremamente perigoso nesses casos administrar remédios sem o acompanhamento psicológico.

Procure ajuda profissional! Um psicólogo não irá lhe julgar, muito pelo contrario iremos acolhe-lo!